Referenciais da ANEP, na versão em vigor
A pasta do módulo,
pronta para a ANEP
Planifique o semestre e gere automaticamente a pasta do módulo, coerente com o referencial em vigor e pronta para verificação.
Redes de Computadores I
TIC.RC1TIC-4A · 2.º semestre · Referencial revisto em 2022
- PlanilhaTIC.RC1
- VI10TIC.RC1
- HorárioTIC.RC1
- VI1TIC.RC1
- PautaTIC.RC1
- RI1TIC.RC1
O problema
O trabalho não é decidir. É copiar.
As decisões pedagógicas tomam-se uma vez. O que consome o semestre é transcrevê-las para catorze documentos que têm de bater certo entre si — e que a verificação externa vai comparar.
- RI1 por turma e semestre
- 168
- Um registo individual por estudante e por módulo. Vinte e quatro estudantes, sete módulos: cento e sessenta e oito folhas escritas à mão, todas com os mesmos códigos.
- documentos com o mesmo código
- 6
- O código de um módulo é copiado para a planilha, o VI10, o VI1, a pauta, o RI1 e o VI6. Basta um erro de transcrição para a pasta deixar de bater certo.
- referenciais revistos
- 2022
- As qualificações foram revistas em 2022. Há instituições a trabalhar sobre cópias de 2019 sem saber que a versão mudou.
Como funciona
Escreve-se uma vez, e sai em toda a parte
Cada passo tem um dono. O sistema não escreve deliberações nem decide por ninguém — recolhe o que foi decidido e trata da transcrição.
Escolher do catálogo
Direcção pedagógica
A instituição adopta as qualificações para que está acreditada. Os módulos genéricos e obrigatórios entram automaticamente; os opcionais escolhem-se até fechar os créditos exigidos.
Distribuir e alocar
Coordenação pedagógica
As horas distribuem-se pelas semanas do semestre numa grelha única. Os módulos recebem formador, avaliador e verificador interno. A direcção aprova.
Lançar e gerar
Formador
O formador lança resultados por resultado de aprendizagem. A pasta sai gerada, coerente, e carimbada com a versão do referencial em vigor.
O princípio
A pasta
Os catorze documentos, pela ordem em que saem
Nenhum existe por si: cada um sai porque um momento do semestre o exige. Agrupados por fase, é assim que a pasta se forma.
Planificar o semestre
A coordenação distribui as horas e monta o horário. A direcção aprova.
- PlanilhaDistribuição das horas pelas semanas do semestre
- VI10Programa de leccionação, com as semanas de verificação e de reunião
- HorárioGrelha semanal com os blocos de cada módulo
Abrir o módulo
O verificador interno percorre a lista antes do início e a equipa reúne.
- VI1Verificação de pré-leccionação, assinada antes de o módulo abrir Sai já na folha da ANEP
- VI3Acta da reunião de pré-leccionação Sai já na folha da ANEP
Avaliar e fechar
O formador lança por resultado de aprendizagem; a amostragem confirma.
- PautaResultado final de cada estudante no módulo Sai já na folha da ANEP
- RI1Registo individual, uma folha por estudante e por módulo Sai já na folha da ANEP
- VI6Plano de amostragem, por passo sistemático sobre a pauta
- VI2Registo da amostra e feedback ao avaliador
Verificação externa
A pasta é preparada, auditada e apresentada à visita da ANEP.
- VI4Acta da reunião seguindo a verificação Sai já na folha da ANEP
- VI5Acta da reunião de fim do programa Sai já na folha da ANEP
- VI7Lista de verificação e relatório de auditoria Sai já na folha da ANEP
- VI8Preparação da visita: o que existe e o que falta
- VI9Acção seguinte à visita do verificador externo Sai já na folha da ANEP
8 destes saem já na folha da ANEP — as caixas, os rótulos sombreados e os blocos de assinatura do papel que a instituição entrega, porque o verificador externo procura os campos onde sabe que eles estão. Os restantes saem numa disposição genérica, que diz os mesmos factos sem prometer ser o formulário, e passam a tê-lo à medida que os modelos chegam. Um campo que o formulário pede e a aplicação não guarda sai em branco.
Garantias
A pasta é prova. Trata-se como prova.
Um documento que se pode refazer depois de assinado não é prova nenhuma. Estas são as regras que o sistema cumpre, e que a instituição confirma no dia em que entra.
Carimbado com a versão
Cada documento sai com a revisão do referencial que a turma adoptou. Uma revisão nova não reescreve turmas a meio.
Assinar congela
O documento assinado fica selado com o resumo SHA-256 do conteúdo, e não volta a ser gerado.
Retrato, não vista
O que foi gerado guarda-se como estava. Dois anos depois o plano pode ter mudado; a planilha continua a dizer o que dizia.
Separação de funções
Quem verifica um módulo não o lecciona nem o avalia, e quem audita o programa não verificou nele. O sistema recusa, e diz quais são os módulos.
A pasta sai sempre
Assinatura expirada suspende abrir turmas novas. A exportação continua — a lei obriga a instituição a conservar isto.
Nada vem assinalado
A lista do VI1 chega toda por assinalar, mesmo quando o sistema sabe a resposta. Presumir era produzir prova de trabalho que ninguém fez.
Para quem
Instituições acreditadas, do tamanho que tiverem
Institutos com uma só unidade
Uma instituição, um número de acreditação, um director pedagógico que muitas vezes acumula a coordenação. O sistema não obriga a separar quem não está separado.
Organizações com delegações
Cada delegação tem acreditação própria e responde separadamente perante a ANEP. A direcção-geral compara as unidades lado a lado — nunca as soma, porque o total representaria uma entidade que não existe.
Quem é verificado
Se a instituição recebe verificação externa, a pasta tem de estar completa antes da visita. O VI8 mostra o que existe e o que falta, e quantos dias restam.
Perguntas frequentes
O que a equipa ouve sempre
O sistema escreve as deliberações das reuniões?
Não. As actas VI3, VI4 e VI5 têm a identificação preenchida automaticamente e uma tabela de temas com acção, responsável e prazo. O conteúdo da deliberação é escrito por pessoas — o sistema não sugere.
O que acontece quando a ANEP publica uma revisão do referencial?
A instituição é notificada e pode adoptar a nova versão para turmas futuras. As turmas em curso mantêm a versão em que iniciaram: mudar o referencial a meio do semestre invalidaria os documentos já congelados.
Quem cria as contas da nossa equipa?
A instituição. O único convite por email do sistema é o da direcção geral; daí para baixo cria-se com credenciais, e a palavra-passe aparece uma única vez no ecrã de quem a criou. Um formador pode ser alocado a um módulo sem nunca entrar no sistema — o que se aloca é a ficha, não a conta.
Temos delegações. Os números aparecem somados?
Nunca. Cada delegação tem acreditação própria e responde separadamente perante a ANEP. A direcção geral vê uma linha por unidade, com as mesmas colunas lado a lado — um total consolidado representaria uma entidade que não existe.
A lista de verificação vem preenchida?
Nunca. Os dez itens do VI1 estão todos por assinalar, mesmo quando o sistema conhece o estado de cada um. Presumir seria produzir prova de trabalho que ninguém fez.
Perdemos o acesso aos documentos se a assinatura expirar?
Não. A exportação da pasta continua disponível com a assinatura expirada. A instituição é legalmente obrigada a conservar esta documentação e o sistema não é obstáculo a isso.
É possível criar conta directamente?
Não existe registo livre. A instituição faz o pedido de adesão, a nossa equipa confere a acreditação e abre a organização, e a direcção geral recebe o único convite do sistema. Daí para baixo é a instituição que cria as contas da sua equipa, com credenciais.
Porque é que o pedido de adesão pergunta tanta coisa?
Porque cada campo evita uma ida e volta. A província decide o calendário de feriados que se aplica à instituição; o número de acreditação é o que liga a casa ao que pode leccionar; o NUIT distingue dois institutos com o mesmo nome em províncias diferentes. Nada disto se pode adivinhar deste lado.
O próximo semestre pode sair gerado
O pedido de adesão pergunta onde a instituição fica, para que está acreditada e por quem responde. Cada campo poupa uma ida e volta na conversa que se segue.
Resposta dentro de dois dias úteis, ao email e ao telefone que indicar. A exportação da pasta continua disponível mesmo com a assinatura expirada.